Pesquisadoras da Rutgers são destaque em capa de publicação universitária

Em apoio ao movimento feminista e igualdade de gênero, a revista da Rutgers The State University of New Jersey traz na capa da edição Primavera 2018, professoras da instituição com o título #Wetoo Rutgers Scholars and Their Impact on The Women´s Movement (algo como estudos acadêmicos e os impactos no movimento de mulheres) https://magazine.rutgers.edu/features/wetoo. No editorial da publicação, o jornalista responsável David Major faz menção ao #Metoo e ao Time´s Up, aos abusos e desrespeito nos locais de trabalho. “Estas preocupações transformaram-se em prioridade para as pesquisadoras que têm dedicado suas carreiras para aumentar a compreensão sobre as questões femininas”, escreve ele.

A abertura do texto fala sobre a participação recorde das mulheres nas eleições dos Estados Unidos. No início de abril de 2018 o registro de mulheres oficialmente candidatas a governadora era de 45. Hoje, o número é de 77 candidatas. Para a Câmara dos Deputados é de 476 (superando o recorde de 2012, de 298 candidatas). Até o momento, de acordo com o Centro de Mulheres e Política Americanas do Instituto Eagleton de Política na Rutgers, 49 mulheres concorrem a um dos 35 assentos no Senado dos Estados Unidos, um recorde que quebra a marca de 2016, de 40 candidatas.

Há décadas, centros e institutos da Rutgers vêm aumentando a compreensão dos problemas das mulheres e oferecendo soluções em um amplo espectro de conhecimentos, incluindo injustiças no local de trabalho, assistência médica, direitos reprodutivos, abuso doméstico e bem-estar das crianças. Alguns dos  estudiosos e especialistas da Rutgers University – New Brunswick, da Rutgers Biomedical and Health Sciences, da Rutgers University – Newark e da Rutgers University – Camden explicam a gama de esforços em andamento na universidade com o objetivo de melhorar a vida das mulheres.

Debbie Walsh, diretora da CAWP (Center for American Women and Politcs), reforça que as mulheres tendem a concorrer quando questões políticas importantes entram em cena. Mas as candidatas ainda são minoria. “Isto porque essa nova onda de participação feminina é em grande parte democrata”, diz ela. Na opinião da pesquisadora, para alcançar uma verdadeira paridade, é preciso ter a presença também de interessadas do Partido Republicano.

Crédito: Site da Rutgers

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *